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Rio de Janeiro apresenta queda de 23% em casos de homicídio doloso

No ano em que o estado tem mostrado bons números em diversas áreas da segurança, os casos de homicídio doloso também apresentaram diminuição.

Segundo dados divulgados pelo ISP – Instituto de Segurança Pública, o Rio de Janeiro apresentou a maior queda no registro de homicídios dolosos dos últimos seis anos. No acumulado do ano, houve 23% menos casos do delito registrados em todo o estado. O número chega no momento em que o Governo tem apresentado diversas ações para diminuir a criminalidade e, consequentemente, aumentar a segurança dos cidadãos cariocas. Em nota retificadora, o ISP alerta ainda para números ainda melhores do que os divulgados no início do ano. Até julho, 2.090 casos foram registrados, contra 3.101 se considerado o mesmo período de 2018.

Reprodução: Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro

O Governo do Rio de Janeiro também apresentou seus indicativos no portal que leva o nome Virando o Jogo na Segurança – iniciativa que visa apresentar para a população os dados atualizados das melhorias implementadas em toda a sua extensão. Segundo o site, além da queda de 23% em casos de homicídio doloso, mais de 700 vidas foram salvas apenas nos primeiros sete meses do ano. O número total de roubo de veículos também diminuiu em 22% no mesmo período. Como medidas de segurança, houve ainda o aumento na apreensão de fuzis em 24% e o crescimento de 8% no recolhimento de drogas.

Queda de homicídio doloso é um indicador de foco na vida do carioca

O número de mortes violentas também apresentou queda de 14% nos primeiros seis meses de 2019; e 23% nos casos de latrocínio e lesão corporal seguida de morte. Segundo o Governo do Estado, diversas ações com o intuito de tornar o Rio de Janeiro ainda mais seguro estão em pleno vapor e contarão com maior intensidade já até 2020.

Um dos principais focos e diretriz firmada pelo governador Wilson Witzel é exatamente a diminuição da letalidade local. E neste cenário, a queda nos casos de homicídio doloso apresenta um dos resultados esperados através do uso de todas as ferramentas do estado.

A Operação Segurança Presente, iniciativa que considera o dobro do número de efetivos em rua, na comparação com 2018, é uma dessas conquistas que conta com R$ 223 milhões em investimentos para garantir a segurança de regiões como Nova Iguaçu, Laranjeiras, Bangu, Botafogo, Barra da Tijuca, Vila Isabel/Grajaú, Austin, Miguel Couto e Duque de Caxias.

Reprodução: Governo do Estado do Rio de Janeiro

População se beneficia com o aumento na segurança

Com um saldo positivo na segurança do estado, o cidadão, além de contar com a preocupação do Governo em manter bons números e efetivar as suas ações, já conseguiu sentir a mudança no início de 2019. Segundo a corretora Minuto Seguros, a diminuição de 24% nos registros de furtos veiculares no primeiro semestre do ano conseguiu baratear em média 31% dos valores dos seguros de carros no estado. O ISP completa a boa notícia com mais um recorde; apresentando o menor número de furtos de veículos desde 2016.

Reprodução: Governo do Estado do Rio de Janeiro

Além de contribuir para o bolso dos motoristas, a segurança da mulher também entrou em pauta com mais força neste ano. Para tornar o acompanhamento de mulheres sob o regime de medidas protetivas na Lei Maria da Penha ainda mais efetivo, o Governo do Rio de Janeiro implementou o programa Guardiões da Vida.

O projeto consiste na entrega de 42 viaturas devidamente sinalizadas por Batalhão com profissionais devidamente treinados para agir ou intervir em casos de violência contra a mulher. Essa iniciativa colabora para a diminuição de homicídio doloso no Rio de Janeiro, se considerarmos que somente no primeiro semestre de 2019, mais de 164 mil ligações foram realizadas para o telefone 190 com queixas desse tipo de violência contra a mulher.

Novos rumos da segurança

Além do aumento da frota de viaturas e a maior efetividade das ações em todo o estado, resultando na queda no número de homicídios dolosos, o governador Witzel prevê grande eficiência na aplicação do sistema de metas para os policiais. Segundo análise realizada a assertividade do processo auxilia os estímulos que promovem o cumprimento de todas as metas por Batalhão. Segundo a pesquisa, o sistema atual de metas possui uma ligação direta com a diminuição nos casos de criminalidade no estado.

Fonte: Pixabay

Graças à grande preocupação com a segurança, o estado deve continuar apresentando bons resultados nos próximos meses. Na comparação entre junho e agosto de 2019, as Áreas Integradas de Segurança Pública (AISPs) também apresentaram índices positivos com o recuo em roubos de rua, carga e homicídio doloso. Na capital, a área conhecida como AISP 16, ou Olaria e adjacências, registrou os melhores números; com diminuição de roubos de carga e a terceira maior queda em casos de homicídio doloso no estado.

Diminuição nos furtos de carros barateia seguros no Rio de Janeiro

Os números atuais são os melhores desde 2016

Segundo dados divulgados em relatório do Instituto de Segurança do Rio de Janeiro (ISP) e da Polícia Civil do estado, o início deste ano apresentou uma tendência de saldo positivo para o bolso do carioca que utiliza o seu carro principalmente para o lazer. Com a efetivação de diversos programas de segurança nos últimos anos, o índice de furtos de carros apresentou uma queda de 24% entre os meses de janeiro e junho de 2019, em comparação ao mesmo período do ano anterior.

A corretora Minuto Seguros também contribuiu com dados importantes sobre o tema, afirmando que o fato auxiliou na diminuição média de 31% nos valores dos seguros veiculares no Rio de Janeiro desde o ínicio do ano. Ainda segundo o ISP, agosto apresentou um recorde com o menor número de furtos de veículos desde 2016 no estado — os melhores índices de redução foram registrados na região da Pavuna.

(Fonte: Pixabay)

Através de dados apresentados pela Minuto Seguros, em pesquisa encomendada pelo portal Valor Investe, Manes Erlichman, sócio-diretor da corretora, afirmou que esse índice do aumento de segurança local para os motoristas pode ser apontado como um dos responsáveis por ajudar a baratear o custo das apólices veiculares no Rio de Janeiro. Erlichman explicou, ainda, que os preços dos seguros são formados, entre outras variáveis, pelo nível de periculosidade e risco de roubo nos locais de circulação dos carros; por isso, o aumento da segurança no estado tende a impactar diretamente o bolso do consumidor de forma positiva:

“Preços de seguro de carros são basicamente calculados pelos riscos de acidentes e de roubos — quanto maiores os riscos, maior o preço. E fortes subidas ou caídas nos preços de seguros, em geral, vêm da ponta dos roubos”, diz Erlichman.

Queda de custo dos seguros no Rio de Janeiro

A análise da corretora sobre a diminuição no índice de furtos de carros no Rio de Janeiro considerou uma amostra clássica do motorista carioca: homens com 35 anos ou mais, casados, moradores da região central que usam o carro principalmente para o lazer. A pesquisa considerou também os valores dos seguros para alguns dos modelos mais populares no país: Onix, HB20, Ford Ka e Gol.

(Fonte: Pixabay)

Virando o jogo na segurança, o resultado demonstrou uma forte tendência para a diminuição dos custos com seguros veiculares no estado. Na análise, 2019 está próximo de atingir o baixo custo apresentado, por exemplo, em 2016 — quando a apólice custava em média R$ 2.495 na região central do Rio de Janeiro. Com o maior registro de aumento desses valores em 2018, chegando ao custo aproximado de R$ 4.033, até julho os preços médios para assegurar carros populares voltaram para a casa dos R$ 2 mil.

Embora a pesquisa analise apenas as novas aquisições de seguros no Rio de Janeiro ocorridas no início deste ano (incluindo as contratações em vigência), os números permanecem otimistas. Erlichman completou a sua conclusão do levantamento reforçando que é importante esperar o prazo de vencimento da apólice para então negociar um novo valor — desse modo, o motorista pode contar com o seu bônus acumulado em virtude, especialmente, da ficha que o condutor carrega.

(Fonte: Pixabay)

Roubos e furtos de carros no país

Segundo dados divulgados em julho pelo Ministério da Justiça, em linha com uma grande preocupação em segurança nas vias públicas por todo o território, o Brasil apresentou queda de 30% no registro de roubos de carro somente no primeiro trimestre deste ano, na comparação com 2018; foram 46.844 ocorrências em 2019, contra 66.477 no último ano. Roubos de carga e furtos veiculares também obtiveram índices menores — 38% e 14% de redução, respectivamente.

Intenção de compra versus preço do seguro veicular

O custo do seguro veicular se mantém como um dos fatores mais importantes para a decisão de compra de automóveis em todo o país, junto com o preço que o consumidor está disposto a desembolsar, o estado de conservação (para carros usados) e as opções de financiamento. Através do levantamento realizado com 4.181 motoristas, a quilometragem e a marca do carro também são considerados requisitos importantes.

Segundo os dados da Polícia Civil do estado do Rio de Janeiro, todas essas quedas nos índices de roubos de veículos conquistadas no início de 2019 — incluindo a diminuição de 21% nas ocorrências de roubo de carros — apresentam um forte sinal do recuo na insegurança dos cidadãos, o que pode impulsionar, além da maior intenção de compra de veículos no estado, a melhora na confiabilidade para transitar pelo local.

Forças de segurança do estado recebem novas viaturas e armas

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Equipamentos comprados com recursos federais inclui cerca de 27,5 mil pistolas, 3 mil veículos e 3 helicópteros, em um investimento de quase R$ 1,3 bilhão

Agentes das polícias Civil e Militar, da Defesa Civil, da Administração Penitenciária e do Corpo de Bombeiros começaram a receber novos veículos e armamento adquirido com recursos da União. Foram compradas 27.424 pistolas Glock calibre 40 pelo comando da Intervenção Federal na Segurança Pública do estado, finalizada em dezembro de 2018.

Para a Polícia Militar, responsável pelo policiamento ostensivo no estado, serão destinadas 15 mil pistolas, e 9.360 ficarão com a Polícia Civil. Agentes da Secretaria de Administração Penitenciária receberão 3 mil armas e o Corpo de Bombeiros, 64 pistolas. A aquisição do armamento pelo Governo Federal custou cerca de R$ 45 milhões.

O governador do Rio, Wilson Witzel, faz a entrega simbólica das novas armas ao secretário estadual da Polícia Militar, Coronel Rogério Figueiredo.  (Fonte: Philippe Lima/Reprodução)

De origem austríaca, a Glock .40 é tida como um armamento de excelência, uma das mais utilizadas por policiais de todo o mundo por ter o sistema de segurança Safe Action (ação segura), um conjunto de três travas que somente são anuladas quando o gatilho é acionado. Isso evita disparos acidentais, por isso a pistola é padrão em forças de segurança como FBI, US Navy Seals (EUA) e Grupo de Intervenção da Gendarmaria Nacional (ou GIGN, a força de operações especiais francesa).

Renovação das frotas

A segurança do estado também recebeu uma nova frota de veículos. Segundo o coordenador-geral da gestão do material do Gabinete de Intervenção Federal, Mario Luiz de Ataíde Fonseca, 3 helicópteros adquiridos na Itália, no valor total de R$ 150 milhões, serão entregues até janeiro de 2021; 2 serão destinados para a Polícia Civil e 1, para o Corpo de Bombeiros.

“Já distribuímos mais de 60% do material adquirido pelo GIF desde fevereiro deste ano, no valor de cerca de R$ 600 milhões. Ainda faltam viaturas, armamento e um equipamento de imagem, que será acoplado aos helicópteros da Polícia Militar, no valor de R$ 25 milhões”, disse o coordenador.

No fim de agosto, o GIF entregou, para as polícias Civil e Militar, 2.892 viaturas, que serão distribuídas até outubro.

​A Polícia Militar do estado recebeu cerca de 1,5 mil novas viaturas. (Fonte: Philippe Lima/Divulgação)

“O País está passando por uma grave crise financeira, então precisamos usar bem aquilo que recebemos. É com esses equipamentos que vamos continuar defendendo a liberdade dos fluminenses saírem à noite, se divertirem e voltarem para casa em segurança”, afirmou Witzel.

A Secretaria de Polícia Militar recebeu 1.071 viaturas Toyota Corolla e 588 picapes e a Secretaria de Estado de Polícia Civil, 1.233 veículos Toyota Corolla. O investimento feito pelo governo federal foi de R$ 1,2 bilhão.

Para o General Walter Souza Braga Netto, comandante da intervenção iniciada em 2018, os novos equipamentos contribuirão para melhorar o trabalho policial. “Estou seguro de que esses investimentos ajudarão a implementar ações que trarão mais segurança à população”, afirmou o ex-interventor.

Desde o fim de julho, o Corpo de Bombeiros está recebendo veículos e equipamentos novos. (Fonte: Philippe Lima/Divulgação)

O Corpo de Bombeiros recebeu 70 macas-prancha, 10 motobombas, 1.100 capacetes, 2 botes infláveis e 360 equipamentos de proteção respiratória, em um investimento de mais de R$ 22 milhões, feito com recursos do GIF e da taxa de incêndio.

“Não basta termos profissionais qualificados; precisamos que estejam bem equipados para dar mais agilidade ao Corpo de Bombeiros em ações como o combate a incêndios, principalmente nas áreas mais secas, como o noroeste fluminense”, disse o governador.

De acordo com o secretário de Estado de Defesa Civil e comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ), Coronel Roberto Robadey Jr., os equipamentos são selecionados por uma comissão do Estado-Maior Geral. “As aquisições acompanham a modernização dos equipamentos. Adquirimos os mesmos que atendem às melhores corporações do mundo. É o caso do capacete, a segunda geração do mais moderno do mercado”, destacou.

Mais de 310 mil vidas salvas

O CBMERJ fechou 2018 com 310.090 atendimentos (média de 861 por dia). Foram 25 mil vítimas resgatadas no litoral fluminense e 58 mil atendidas em acidentes de trânsito (sendo 24 mil motociclistas).

O Grupamento de Operações Aéreas (GOA) prestou socorro a 538 pessoas e ajudou incontáveis outras. É responsabilidade do Corpo de Bombeiros o transporte de órgãos e tecidos, e em 2018 foram realizados 83 voos com esse propósito.

Esses e outros dados estão no Anuário da corporação, cuja terceira edição foi lançada em 31 de agosto, pode ser acessada pelo site http://www.cbmerj.rj.gov.br/anua

 

Luta contra violência doméstica ganha um novo aliado no Rio de Janeiro

Idealizado pela Polícia Militar, o programa Guardiões da Vida tem como principal foco a proteção à mulher

Com o objetivo de fornecer uma ferramenta de monitoramento mais ágil para as medidas protetivas da Lei Maria da Penha, o programa encabeçado pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro contará inicialmente com 42 viaturas para cada Batalhão, sendo que 3 delas circularão sob o regime do Comando de Polícia Pacificadora. Segundo a Major Claudia Moraes, uma equipe devidamente capacitada com policiais voluntários seguirá com as patrulhas em áreas de risco usando os veículos caracterizados.

O projeto intitulado Patrulha Maria da Penha: Guardiões da Vida chega ao Rio de Janeiro em um momento que os números da violência contra a mulher ainda são alarmantes. Segundo levantamento do Datafolha, até fevereiro de 2019, 1,6 milhão de mulheres sofreram algum tipo de violência em todo o país, sendo que em média 52% não denunciaram o agressor nem procuraram ajuda imediata.

Créditos: Moscow

Virando o jogo na segurança do Rio de Janeiro

A Secretaria de Estado de Polícia Militar do Rio de Janeiro, que anunciou a medida em abril deste ano, comemora a iniciativa como um programa estratégico de segurança em parceria com o Tribunal de Justiça que auxiliará centenas de mulheres de forma estruturada e ágil em todo o território estadual. Um protocolo de intenções foi assinado entre as partes, com o propósito de firmar a união das instituições em prol dessa causa.

As viaturas devidamente caracterizadas com a logomarca do projeto e uma tarja lilás completando a comunicação visual do programa iniciaram as suas atividades na Capital e na Baixada Fluminense, mas também circulam na Região Metropolitana e no interior. Ainda há o apoio das Unidades de Polícia Pacificadoras (UPP), considerando a ação na Rocinha, no Andaraí e na Barreira do Vasco.

Os policiais já capacitados permanecerão em um ciclo de treinamentos e vestirão braçadeiras especiais com a identificação do projeto. Esses agentes servirão como referência para os demais colegas de atividade, podendo auxiliá-los também com o direcionamento de atuação em diferentes situações, como queixas de desavenças familiares ou outras ocorrências que envolvam mulheres ou contextos delicados (como sob o regime de medidas protetivas).

Créditos: Moscow

Dados sobre a violência contra a mulher

Liderando o ranking de queixas pelo telefone 190 no Rio de Janeiro, denúncias de violência contra a mulher somam mais de 164 mil ligações somente no primeiro semestre de 2019. Segundo relatório estatístico divulgado pelo Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro, houve uma diminuição de 7.812 casos de medidas protetivas deferidas na região, o que pode sinalizar o avanço na efetividade desse tipo de ação de proteção à mulher. Ainda de acordo com o documento, de janeiro a junho deste ano, 408 prisões foram decretadas no Rio de Janeiro em virtude de violência contra a mulher.

No Brasil, segundo o Mapa da Violência coordenado e divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2015 cerca de 70% dos atendimentos policiais notificados no estado foram de vítimas mulheres — dado que colabora para manter o país na 5ª posição do ranking mundial de feminicídio.

Projeto Patrulha Maria da Penha: Guardiões da Vida

O programa chega ao Rio de Janeiro considerando o acompanhamento de experiências satisfatórias de mulheres em regime de medidas protetivas em todo o território. Segundo dados do estado, esse tipo de ação consegue, além de ampliar a sensação de proteção, inibir a reincidência.

Créditos: Moscow

A implementação do projeto entra em vigor como uma boa iniciativa em defesa da vida, da mesma forma que outras ações, como o Patrulhamento Motorizado Especial Escolar (PAMESP Escolar) e a PAMESP Bancária. Na prática, o Patrulha Maria da Penha pode ser entendido como um PAMESP em defesa da mulher e da família.

Além da frota nas ruas, a Polícia Militar contará com o aplicativo PMERJ Mobile, que apresenta um sistema que possibilita a integração das informações entre os diversos Batalhões e os juizados, a fim de contribuir para um atendimento ágil e a alimentação de dados estatísticos atualizados.

Avanços da Lei Maria da Penha no Brasil

A Lei nº 11.340/2006 — batizada como Lei Maria da Penha — completou 13 anos em agosto de 2019 e, embora enfrente diversos desafios, já apresentou grandes avanços rumo à proteção de mulheres em todo o território nacional. Um dos maiores ganhos, sem dúvida, é a notoriedade que a lei tem conquistado. Graças a ela, diversas mulheres puderam se sentir amparadas e encorajadas a realizar denúncias.

Certamente, a lei sozinha não é suficiente para diminuir ou eliminar casos de agressão e feminicídio no país; entretanto, medidas como o projeto Guardiões da Vida demonstram um passo otimista e tangível na direção da segurança e do aumento da confiabilidade dos cidadãos em todo o estado.